sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Chegou o dia 21,e agora?

Pois é amigos, o fatídico dia chegou com uma bela chuva para amenizar o intenso calor dos últimos dias.Bem, e dai, cadê o apocalipse?Creio que nas imaginações férteis das pessoas que não buscam uma informação concreta e científica para o fato.O calendário existe sim,mas sem mencionar um evento apocalíptico.Mas eu vejo as pessoas mais preocupadas em um fim e destruição,do que um modo de melhorar e praticar o bem nesse mundo,mas tudo bem,vamos adiante e espero que essa palhaçada de fim do mundo acabe por aqui,claro que daqui a 5 bilhões de anos tudo acabe com a voracidade da nossa estrela que é o Sol.Quanto ao nossos visitantes celestiais,foram novamente citados nessa palhaçada de resgate,puxa,só cabeça fraca para cair nessa história.
 Um dia a verdade vem  a tona sobre nossos visitantes,não com esses malucos que difamam a Ufologia séria e competente com seus resgates mirabolantes.Espero que o Mundo agora em diante torna-se melhor em todos os sentidos,com mais colaboração mútua entre as pessoas e não em mensagens apocalípticas cheias de desinformações.Sucesso a todos!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Nebulosa quadrada


O que poderia causar uma nebulosa para aparecer quadrado? Ninguém sabe ao certo. O sistema estelar quente conhecido como MWC 922 , no entanto, parece ser incorporado em uma nebulosa com apenas uma forma tal. . A hipótese principal para o progenitor nebulosa quadrada é que a estrela central ou estrelas de alguma forma expulso cones de gás durante uma tarde estágio de desenvolvimento . Para MWC 922 , esses cones acontecer para incorporar aproximadamente ângulos rectos e será visível a partir dos lados. Prova de apoio para o cone hipótese inclui raios radiais na imagem que pode correr ao longo do cone de paredes. Os pesquisadores especulam que os cones vistos de outro ângulo seria semelhante aos anéis gigantescos de supernova 1987A , possivelmente indicando que uma estrela em MWC 922 poderia um dia si explodir em um semelhante supernova .

NASA

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

COORDENADOR DO NEUS DE SANTA CRUZ DO SUL SERÁ CONFERENCISTA EM FÓZ DO IGUAÇU







Evidências de Visitas Extraterrestres é o tema abordado por Rafael Amorim em sua palestra no IV Fórum Mundial de Ufologia em Fóz do Iguaçu, o UFOZ. Ufólogos Renomados do Mundo inteiro estarão a partir do dia 06 de dezembro até dia 09  debatendo sobre o fenômeno UFO e suas atividades e influencias na sociedade terrestre.
“Vamos reunir ufólogos mundialmente reconhecidos em Foz para dar uma mensagem poderosa à sociedade, a de que efetivamente não estamos sós e precisamos conhecer quem são estas inteligências que nos visitam”, declarou A. J. Gevaerd, coordenador do Fórum.

EVIDENCIAS

Ao longo dos últimos três anos  Rafael tem recebido um bom número de relatos sobre avistamentos de Objetos Vodores Não Identificados os OVNIs espalhados elo território riograndense, Argentino, Uruguaio e Paraguaio.
São dezenas de fotos  e vídeos que mostram a atividade desses objetos aéreos anômalos. Porém são poucos os caso sem que se concluiu a presença de um UFO real e foi justamente esses que Rafael se deteve na pesquisa mais direta. Serão mostrados fotos e vídeos dos últimos casos onde   pesquisador esteve em locu na pesquisa das evidências físicas.

CONTATISMO

Nesses últimos anos de pesquisa  Rafael Amorim além de comprovar a presença de artefatos aéreos não comuns e não identificados como também conclui que a possibilidade de contato com esse estranho fenômeno pode ter sido feito através de pessoas dedicadas a esse contato através de práticas tão pouco científicas. O contato com os supostos  tripulantes dessas aeronaves não identificadas feito pelos grupos tidos místicos mostra uma nova linha de investigação e pesquisa onde o resultado foi surpreendente para uma boa parte dos pesquisadores do Rio Grande do Sul e os obtidos por Rafael Amorimtroxe a ele não só evidências físicas como também a possibilidade de ter em mãos uma possível linha de trabalho que pode nos levar até o âmago do fenômeno.


VIGÍLIA

Rafael Amorim, junto aos colegas ufólogos Marco Petit, Toni Inajar Kurowski e Wallacy Albino, Eloir Fuchs e Ataíde Ferreira coordenarão  um dos mais importantes momentos do IV Fórum Mundial de Ufologia será a Vigília Ufoastronômica Internacional, que ocorrerá originalmente a partir das 19h30 do segundo dia do evento, 07 de dezembro, e 08 de dezembro, em um lugar especialmente escolhido: o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), ao lado da barragem da monumental hidrelétrica e em ambiente de grande magnetismo e significado. O Parque se destaca por ser um local de constantes avanços científicos e tecnológicos, atuando no processo de modernização da Usina de Itaipu.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Lago na Antártida pode guardar 'segredo' de vida alienígena


O Lago Vida, o maior da região dos vales secos de McMurdo, na Antártida, não possui oxigênio, é ácido e congelado 

Cientistas descobriram micróbios que sobrevivem em condições de alta salinidade e temperaturas abaixo de zero em um lago na Antártida, algo que dá indícios de que pode existir vida em luas congeladas do Sistema Solar. Foram encontrados micróbios que viviam em um ambiente escuro, em temperaturas de até -13ºC. Além disso, eles afirmam que as formas de vida estão isoladas do resto do mundo há 2,8 mil anos. Detalhes desta pesquisa foram publicados pela revista científica PNAS. "É plausível que uma fonte de energia para essas formas de vida exista apenas devido à reação química entre a água salgada e as pedras", afirma Christian Fritsen, do Instituto de Pesquisas em Desertos (DRI, na sigla em inglês), dos EUA, que é coautor do estudo. Alison Murray, líder das pesquisas, diz que se esta hipótese estiver correta, cria-se "uma estrutura completamente nova de pensamento sobre como a vida pode estar apoiada em crio-ecossistemas na Terra e em outros mundos frios do Universo". A lua Europa, do planeta Júpiter, é um dos lugares que cientistas acreditam que pode ter condições semelhantes para que esse tipo de vida se desenvolva. Vida em luas O Lago Vida, o maior da região dos vales secos de McMurdo, na Antártida, não possui oxigênio, é ácido, congelado e tem os mais altos níveis de óxido nitroso do mundo. Um líquido seis vezes mais salgado do que a água marinha permeia todo o ambiente. Durante visitas a campo em 2005 e 2010, Alison Murray liderou um trabalho de perfuração, que retirou gelo do lago, coletou amostras do líquido salgado e analisou o potencial da água de hospedar organismos vivos. Para evitar contaminações ao isolado ecossistema, eles adotaram procedimentos controlados e equipamentos especiais, trabalhando em tendas esterilizadas na superfície do lago. A abundância de diferentes compostos químicos presentes no lago levou os cientistas a concluir que reações químicas estavam acontecendo entre a camada de líquido e os sedimentos mais profundos - produzindo óxido nitroso e hidrogênio molecular. O hidrogênio pode ser a fonte de energia que alimenta os micróbios presentes no líquido salgado. Além disso, o baixo ritmo do metabolismo desta forma de vida faz com que as reservas de energia durem bastante tempo. Para Cynan Ellis-Evans, do programa de pesquisas British Antarctic Survey (BAS), que não participou desta pesquisa específica, a descoberta de micróbios nesses lagos tão remotos é "muito interessante". O pesquisador cita indícios recém-descobertos de que bolsões de gelo e água possam existir na lua Europa, com condições parecidas aos encontrados no estudo na Antártida.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6339170-EI8147,00-Lago+na+Antartida+pode+guardar+segredo+de+vida+alienigena.html

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Nossa História em 1 minuto


Uma viagem através do universo primitivo,a formação da Terra e a Lua, o surgimento da vida na Terra e o desenvolvimento Humano.
Crédito do vídeo: MelodySheep,Symphony of Science

domingo, 11 de novembro de 2012

Astrônomos descobrem novo planeta potencialmente habitável

Utilizando dados registrados por telescópios instalados nos Andes chilenos, uma equipe de astrônomos alemães conseguiu detectar um novo planeta localizado dentro da zona habitável de sua estrela. Nessa região, as condições são propícias para que a água se mantenha em estado líquido, condição essencial para a vida como a conhecemos.
especializado Astronomy & Astrophysics, HD 40307g tem cerca de sete vezes mais massa que a Terra e seu período orbital o faz circular a estrela uma vez a cada 198 dias. Segundo o estudo, feito pelos astrônomos Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido) e Guillem Anglada-Escude, ligado à Universidade de Goettingen, na Alemanha, ao que tudo indica HD 40307g é um planeta rochoso muito maciço e que orbita a estrela a 90 milhões de quilômetros de distância. Como comparação, a distância da Terra ao Sol é de 149 milhões de quilômetros. Se levarmos em conta apenas a distância que o novo planeta orbita sua estrela, a primeira conclusão é que a temperatura da superfície seria muito mais elevada, tornando inviável a manutenção da água líquida necessária à vida. No entanto, essa menor distância é compensada pelas características da estrela HD 40307, que é menor, menos brilhante e menos quente que o Sol. Isso faz com que sua zona habitável - onde possa haver água líquida - também seja mais próxima e HD 40307g está exatamente dentro dessa zona. Anomalia na Estrela O novo planeta não foi observado diretamente, mas sim com a ajuda do equipamento HARPS (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher), um instrumento altamente sensível capaz de detectar pequenas variações na posição da estrela à medida que um planeta a orbita. Essa anomalia é provocada pela interação gravitacional entre o planeta e a estrela, que faz com que essa tenha sua velocidade e posição ligeiramente alteradas pela presença do objeto. Ao analisar essas variações, é possível determinar com bastante precisão o possível agente causador da anomalia, sua massa, dimensões e características orbitais. Distância Perfeita No caso do sistema formado HD 40307, todos os outros cinco planetas encontrados ao seu redor orbitam muito próximo da estrela, com exceção de HD 40307g, localizado na distância certa para que a água possa estar em estado líquido. Na realidade, os outros objetos estão tão próximos que se fossem colocados dentro do Sistema Solar caberiam facilmente dentro da órbita de Mercúrio. Apesar de os cientistas já terem encontrado outros planetas em zonas habitáveis, o interessante da nova descoberta são as características físicas de HD 40307g, ao que tudo indica um planeta rochoso. A maioria dos outros planetas já detectados dentro da Zona Habitável é composta de gigantes gasosos. A descoberta também reforça a ideia de que a Terra não é um planeta tão incomum e que em nossas vizinhanças pode haver outros mundos colocados estrategicamente dentro da Zona Habitável.Na concepção artística mostra o planeta HD 85512b localizado ao sul da constelação da Vela. O planeta também foi descoberto pelo instrumento HARPS. É do tipo rochoso e se localiza no limiar da Zona Habitável da estrela HD 85512.
Apolo11.com

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Navios de guerra se preparam para invasão extraterrestre?

O editor sênior da revista Veterans Today, Gordon Duff, publicou um artigo onde se detalha que há alguns dias foram relatados em frente às costas de San Francisco navios da armada naval norteamericana em conjunto com navios da armada chinesa, o reporte destas frotas navais teria sido negado pelas instâncias militares. O curioso desta informação que publica Duff é que segundo um relatório de alta inteligência na Ásia confirmaria que se trata de uma operação combinada entre ambos países contra uma ameaça extraterrestre potencial e pouco amigável, pelo que parece desde bases submarinas em dita zona marítima. A gravidade do assunto, explica Duff, se revela ao verificar a mobilização de duas das frotas militares marítimas mais importantes do mundo de maneira combinada, organizando um frente multinacional contra um inimigo comum inimaginável, o Site MarineTraffic permite ver em tempo real o tráfego marítimo de todas as embarcações do mundo e foi aqui também justamente que pôde se apreciar este atípico movimento. O certo é que chama muito a atenção que esta revista digital, para nada sensacionalista ou especializada em assuntos OVNI´s, aborde tão diretamente o assunto. Por sua parte Kerry Cassidy, reconhecida investigadora e diretora do Project Camelot, publicava desde o passado 13 de Setembro (2012) (4 días antes da publicação no Veterans Today) desde seu Blog o inusitado movimento naval nas costas de San Francisco e alguns rumores que já estavam chegando, hoje este “exercício multinacional” parece não ter ocorrido, pois resulta impossível encontrar algum tipo de informação oficial sobre este fato. Este é um trecho classificado do relatório que supostamente vazou(em inglês): Opposition is extraterrestrial and extremely aggressive and unfriendly The threat represents a “clear and present danger” and is isolated to the Pacific Basin China is forced to carry US responsibility because our own naval capability is sitting in the Persian Gulf when America is under a very real threat. Attempts to seek confirmations or to directly verify these operations will lead to fatal consequences. O que aconteceu realmente há alguns días em frente às costas de San Francisco nos EUA? Terá algo a ver com assuntos extraterrestres por incrível que pareça? Continuando nessa linha, surgem novas versões que afirmam a existência de um conflito em curso entre forças navais terrestres e alienígenas. Crível ou não, a luta estaria ocorrendo em segredo, com muito hermetismo e num cenário inimaginável. O ex-contratista do exército americano e cientista John Kettler teria feito uma afirmação polêmica sobre uma crescente guerra de OVNIS (UFO) que estaria ocorrendo na Antártida. O anúncio foi publicado em 26 de outubro passado pelo “Serviço de notícias do Instituto de Exopolítica” (Exopolitics Institute News Service). Em seu próprio site chamado “John Kettler investiga”, publicou numerosos artigos sobre a luta da Marinha dos EUA contra extraterrestres hostis que estão submergidos no Pacífico. “A guerra de OVNIs continua se expandindo, com fortes ações no Oceano Antártico segundo fontes altamente sensíveis. Dois submarinos chineses da Armada do Exército de Libertação do Povo, foram impactados juntos, resultando lesões na tripulação, mas não mortos”, escreveu Kettler. O informe no site www.exopoliticsinstitute.org de John Kettler afirmou também que “20 Ovnis, viajando a 25.000 milhas por hora, deixaram o Oceano Antártico em grupo e voaram a Guadalajara, México. Outro grupo de 15, voando na mesma velocidade, foi para a Argentina”. No artigo que escreveu, John Kettler também fez outras afirmações audaciosas sobre as guerras de OVNIS: “A guerra contra os OVNIS se espalhou em todo o Oceano Pacífico!”. O artigo estabelecia que: ”A guerra do Pacífico se converteu agora numa guerra de uma coalizão de cinco países do eixo do Pacífico, baseado em fontes supersensíveis. As forças navais envolvidas incluem a Armada dos Estados Unidos (EUA), PLAN (Armada Exército Popular de Libertação Chinês), JMSDF (Força marítima de Autodefesa Japonesa), ROKN (Marinha da República da Coreia do Sul) e ROCN (Armada da República da China/Taiwan). No total, ao redor de 200 barcos, incluindo dois grupos de batalha de porta-aviões estadunidenses, muitos elementos de combate de superfície adicionais (fragatas e cruzeiros), numerosos submarinos e navios de abastecimento para manter todos os navios de guerra provisionados, as tripulações alimentadas e a provisão de vários elementos. A guerra contra os OVNIS é um tipo sem precedentes de guerra da coalizão com todas as dores de cabeça e condimentos políticos envolvidos” afirmava John Kettler. Porém, nem todo o mundo acredita no que disse John Kettler. Segundo o Serviço de notícias do Instituto de Exopolítica: “Existem boas razões para concluir que as afirmações de Kettler sejam parte de uma operação de guerra psicológica que pode estar relacionada com o planejamento de uma falsa bandeira para um evento de contato extraterrestre.” Numa sondagem realizada pelo site Current.com, 29% acredita que a notícia informada é somente “bobagens”, enquanto que 25% acredita que a história era um “fato concreto”. Por outro lado, 25% acha a história como uma “possibilidade”, enquanto que 13% escolheu a categoría de “lixo” e 0% a colocou na categoria de notícias “militares”. Fontes: http://www.veteranstoday.com/2012/09/17/ufo-war-chinese-and-us-navy-off-san-francisco/ http://www.ibtimes.co.uk/articles/399472/20121029/scientist-john-kettler-declares-ufo-wars-being.htm http://ovnihoje.com/2012/09/21/estariamos-a-beira-de-uma-guerra-contra-os-ets-operacao-de-bandeira-falsa/ http://johnkettler.com/bio/
Teoriadaconspiração.org

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

¨Enquanto você dormia¨


Esse belíssimo vídeo em “timelapse”, técnica que cria um filme feito com fotos individuais tiradas a intervalos maiores que resultam em uma imagem “acelerada”, levou três anos para ser produzido.
hypescience.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A escala Bortle Dark-Sky

Johm E. Bortle fez uma escala para avaliar a escuridão do céu baseada em diversos aspectos e não apenas na magnitude limite porque esta varia muito de um observador para outro em função da sua acuidade visual e também porque uma pequena quantidade de poluição luminosa degrada muito mais a visão de objetos de céu profundo que a visão de estrela. É como se as estrelas conseguissem furar melhor a poluição luminosa, mas objetos difusos como nebulosas e galáxias desaparecem facilmente. Bortle usou sua experiência de 50 anos de observação para elaborar esta escala onde ele classifica o céu em 9 classes: NT: lembrem-se que para avaliar corretamente as condições do céu é necessário primeiro a completa adaptação ao escuro com um tempo mínimo de 30 minutos na escuridão. Nunca usar lanternas sem uma proteção vermelha (celofane ou qualquer outro material que reduza e torne vermelha a luz da lanterna). Classe 1: Excelente local de céu escuro. A luz zodiacal e a faixa zodiacal (aquela faixa que é vista na região da eclíptica) é facilmente visível se estendendo por todo céu. M48 é um objeto óbvio a olho nu (NT: M48 no texto original é: M33, que foi substituído para adaptar o texto a nossa realidade no hemisfério sul). A região da Via Láctea em Escorpião e Sagitário provocam óbvias e difusas sombras no chão (NT: !!!). A olho nu a magnitude limite fica entre 7.6 e 8.0 com esforço; a presença de Vênus ou Júpiter no céu parece degradar (perturbar) a adaptação ao escuro. O brilho da atmosfera (um brilho natural muito fraco que ocorre naturalmente até uma altura de 15° do horizonte) é bem aparente. Com um telescópio de 320 mm podemos detectar as estrelas de magnitude 17.5 com esforço, enquanto um 500 mm usado com ampliação moderada alcança mag. 19. Se você está observando em um campo gramado com árvores nas bordas seu telescópio, companheiros e automóveis são quase totalmente invisíveis. Este é o Nirvana dos observadores! Classe 2: Local tipicamente escuro. O brilho da atmosfera pode ser fracamente aparente ao longo do horizonte. M48 é ainda facilmente visível com visão direta. No inverno, a Via Láctea apresenta várias estruturas ao olho nu e suas partes mais brilhante parecem com um mármore com riscas, ao binóculo comum. A luz zodiacal ainda brilha o suficiente para provocar fracas sombras logo antes do alvorecer ou após o por-do-sol e podemos distinguir sua cor amarelada quando comparada com o brilho branco-azulado da Via Láctea. Qualquer nuvem no céu é percebida apenas como um buraco negro ou vazios no fundo estrelado. Você pode ver seu telescópio e arredores apenas vagamente exceto quando projetados contra o céu. Muitos dos aglomerados globulares Messier são objetos fáceis a olho nu. A magnitude limite a olho nu fica entre 7.1 e 7.5, com um tele 320 mm alcançamos mag. 16 ou 17. Classe 3: Céu rural. Algumas indicações de poluição luminosa são evidentes no horizonte. Nuvens parecem fracamente iluminadas nas regiões mais brilhantes do céu próximas ao horizonte mas são negras no zênite. A Via Láctea ainda apresenta estruturas complexas, aglomerados globulares como M4, M5, M15 e M22 são distinguíveis a olho nu. M48 é fácil de ver com visão periférica. A luz zodiacal é visível na primavera e outono (quando se estende por 60° sobre o horizonte depois do por-do-sol ou antes da alvorada) e sua cor é apenas perceptível. Seu telescópio é vagamente aparente a uma distância de 7 a 10 metros. O limite a olho nu fica entre as mag. 6.6 e 7.0, com um refletor 320 mm alcançamos mag. 16. Classe 4: Transição rural/suburbano. Domos de poluição luminosa são bem aparentes sobre regiões habitadas em diversas direções. A luz zodiacal é claramente evidente mas não se estende a meio caminho do zênite no começo ou fim dos crepúsculos. A Via Láctea quando acima do horizonte ainda impressiona mas faltam as estruturas mais óbvias. M48 é um objeto difícil mesmo com visão periférica detectável apenas quando estiver alta no céu. Nuvens nas direções de poluição luminosa são iluminadas levemente mas ainda são escuras no zênite. Você pode ver seu telescópio claramente à distância. A magnitude máxima a olho nu fica entre 6.1 e 6.5, um refletor 320mm usado com magnificação moderada alcança mag. 15.5. Classe 5: Céu suburbano. Somente traços da luz zodiacal é observada nas melhores noites da primavera ou outono. A Via Láctea próxima ao horizonte é muito fraca ou invisível e se apresenta bastante desbotada no zênite. As fontes de luz são evidentes em praticamente todas as direções do horizonte. Em todo ou quase todo o céu as nuvens são mais brilhantes que o próprio céu. O limite a olho nu fica entre 5.6 e 6.0, com um refletor de 320 mm alcançamos mag. 14.5 a 15. Classe 6: Céu claro suburbano. Nenhum traço da luz zodiacal pode ser visto mesmo nas melhores noites. Qualquer indício da Via Láctea só é aparente no zênite. O céu brilha num branco acinzentado até 35° acima do horizonte. Nuvens em qualquer ponto do céu aparecem bastante brilhantes. Você não tem problemas para visualizar as oculares e acessórios numa mesa auxiliar. M48 é impossível de observar sem a ajuda de um binóculo. O limite a olho nu fica em 5.5, um refletor de 320 mm com aumento moderado mostra estrelas de mag. entre 14.0 e 14.5. Classe 7: Transição suburbano/urbano. Todo o fundo do céu tem uma coloração levemente acinzentada. Fontes luminosas fortes são evidentes em todas as direções. A Via Láctea é totalmente invisível ou quase isso. Nuvens são bem luminosas. Mesmo em telescópios de tamanho moderado os objetos Messier são um pálido fantasma da realidade. A magnitude limite a olho nu está em 5.0 com esforço, um refletor 320 mm mal alcança mag. 14. Classe 8: Céu de cidade. O céu brilha cinzento ou alaranjado e você consegue ler as manchetes de jornais sem dificuldade. Só os objetos Messier mais brilhantes são detectados num telescópio de tamanho modesto. Algumas estrelas que fazem parte de constelações familiares são difíceis de ver ou estão ausentes. A olho nu vemos estrelas até mag. 4.5 no máximo se você souber para onde olhar e o limite para um refletor de 320 mm é um pouco mais de 13. Classe 9: Céu de centro de cidade. Todo o céu está fortemente iluminado mesmo no zênite. Muitas estrelas familiares que formam constelações são invisíveis e constelações fracas como Cancer e Pisces não são visíveis. Sem considerar as Pleiades nenhum objeto Messier é visível a olho nu. Os únicos objetos celestiais que proporcionam uma boa observação são a Lua, os planetas e alguns dos mais brilhantes aglomerados abertos (se você os encontrar). O limite a olho nu fica em 4.0 ou menos. Fonte: http://skyandtelescope.com/resources/darksky/article_81_1.asp

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Os Dogons e a Estrela Sirius

Sirius é a estrela mais interessante da constelação Cão Maior e é também a mais luminosa vista da Terra, por se encontrar apenas a 8,6 anos-luz do nosso sistema solar.
A estrela era conhecida pelos antigos astrónomos egípcios, assim como a sua companheira menor, Sirius B. 

Contudo, a Sirius B, uma estrela do tipo “anã branca”, só foi identificada pelos astrónomos ocidentais há pouco tempo. A sua existência foi comprovada pela primeira vez por F.W. Bessel em 1844, em Konigsberg, na Alemanha.
A tribo Dogon, do Mali, que vive numa remota região do interior da África oriental, é composta por apenas 200 mil pessoas. A sua maioria vive em aldeias penduradas nas escarpas de Bandiagara, a leste do Rio Niger, mas não pode ser classificada como “primitiva”, por que possui um estilo de vida muito complexo.

Os Dogons têm um conhecimento muito preciso do sistema estelar de Sirius e dos seus períodos orbitais. Os sacerdotes Dogons, dizem que sabem desses detalhes, que aparentemente são transmitidos oralmente e de forma secreta, há séculos antes dos astrónomos. 
Para a tribo, toda a criação está vinculada à estrela a que chamam de Po Tolo, que significa “estrela semente”. Esse nome vem da minúscula semente chamada de Fonio, que na botânica é conhecida como Digitaria exilis. Com a diminuta semente, os Dogons referem-se ao início de todas as coisas. De acordo com os Dogons, a criação começou nessa estrela, qualificada pela astronomia como “anã branca”, e que os astrónomos modernos chamam de Sirius B, a companheira menos brilhante de Sirius A, da constelação Cão Maior.

A tribo descreve que as órbitas compartilhadas de Sirius A e de Sirius B formam uma elipse, com Sirius A localizada num dos seus focos: uma ideia que a astronomia ocidental só levou em conta no início do século XVII, quando Johannes Kepler propôs que os corpos celestes se movimentavam em círculos perfeitos.
Os Dogons também dizem que Sirius B demora 50 anos para completar uma órbita em volta de Sirius A, a astronomia moderna estabeleceu que o seu período orbital é de 50,4 anos. 
O que se torna realmente assustador é o conhecimento que dizem ter de um terceiro astro do sistema Sirius, ainda não descoberto pelos astrónomos. Os Dogons chamam a este terceiro corpo de Emme Ya ou “Mulher Sorgo” (um cereal) e dizem que é uma estrela pequena com apenas um planeta na sua órbita, ou um grande planeta com um grande satélite.

Visitantes extraterrestres

Os investigadores afirmam que os conhecimentos do sistema Sirius dos Dogons, possuem milhares de anos de idade e podem ter a seu favor os factos históricos.
Supõe-se que a tribo do Mali descende remotamente dos gregos, que colonizaram a parte da África que actualmente constitui a Líbia. Os gregos “expatriados” poderiam ter adquirido alguns conhecimentos dos seus vizinhos, os antigos egícios.’
A forma como os Dogons adquiriram conhecimentos astronómicos continua sem respostas. No entanto, a tribo africana explica os seus conhecimentos astronómicos do sistema Sirius de uma forma muito simples: os seus antepassados adquiriram-nos de visitantes anfíbios extraterrestres, chamados por eles de “Nommos”, provenientes da estrela Po Tolo (Sirius B). 


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"Nommo" 
O ser peixe que visitou este povo à muitos séculos

As descrições que os Dogons fazem são muito precisas.
Contam que os Nommos chegaram pela primeira vez , do Sistema Sirius, numa nave que girava em grande velocidade quando descia e que fazia um barulho tão forte como o de o rugido do vento. Também dizem que a máquina voadora aterrou como se fosse uma pedra na superfície da água, semeando a terra como se “jorrasse sangue”. Alguns estudiosos dizem que, na língua Dogon, isso se assemelha ao “escape de um foguetão”.
Os Dogons também falam que pode ser interpretado como a “nave mãe” colocada em órbita. Isso não é tão estranho quanto parece: a Apolo ficou em órbita lunar enquanto o módulo descia para fazer a primeira alunagem em Julho de 1969.


Os Dogons acreditam que deuses (Nommos) vieram de um planeta do sistema Sirius, há cinco ou seis mil anos atrás. Na linguagem Dogon, Nommos significa “associado à água... bebendo o essencial”. 
Segundo a lenda, os anfíbios Nommos viviam na água e os Dogons referem-se a eles como “senhores da água”. A arte Dogon, mostra sempre os Nommos parte humanos, parte répteis. Lembram o semideus anfíbio Oannes dos relatos babilónios e o seu equivalente sumério Enki. 


Os textos religiosos de muitos povos antigos referem-se aos pais das suas civilizações como seres procedentes de um lugar diferente da Terra. Colectivamente, isso é interpretado por algumas pessoas como a prova da existência de vida extraterrestre que estabeleceu contacto com o nosso planeta num passado distante.

Pedro Salgado-G.P.U

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Astrônomos descobrem a velocidade em que nosso sistema solar viaja pela galáxia e qual nossa distância do centro galáctico




Utilizando medições precisas de objetos celestes da nossa própria galáxia e seus movimentos, uma equipe de astrônomos liderados pelo professor Mareki Honma, do Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ), conseguiu refinar as medidas da distância a que nos encontramos do centro da galáxia, e qual a velocidade com que nos movemos. Estamos a 26.100 anos-luz de distância do centro da galáxia, nos movendo a 240 quilômetros por segundo (km/s). A velocidade encontrada é cerca de 10% maior que o valor anterior calculado, 220km/s, por um fato simples: ela depende da massa da galáxia, e se o valor encontrado é um pouco maior do que o conhecido, isto implica também que há mais matéria escura na galáxia do que se imaginava antes. VERA Os dados foram obtidos a partir do VERA (VLBI Exploration of Radio Astrometry, ou Exploração de Rádio Astrometria VLBI). VLBI significa “Interferometria de Linha de Base Muito Longa”, da sigla do inglês Very Long Baseline Interferometry. Esses laboratório japonês usa triangulação para determinar posição e movimento próprio de objetos celestes, a fim de identificar a estrutura tridimensional da galáxia. A construção do VERA terminou em 2002, e suas medições têm sido obtidas de forma regular desde 2007. Os radiotelescópios com discos de 20 metros usados pelo VERA estão localizados em várias cidades do Japão: Oshu, na prefeitura de Iwate, Satsumasendai na prefeitura de Kagoshima, vila de Ogasawara em Tóquio, e Ishigaki na prefeitura de Okinawa (no Japão, uma prefeitura é um ente público maior que as vilas e cidades, o equivalente a um estado ou província). Triangulação Triangulação é um método geométrico para medir distâncias sem precisar correr uma trena por todo o comprimento do objeto. É um método usado desde que a trigonometria foi inventada, e se baseia na observação de dois pontos em locais diferentes, ou seja, usando a paralaxe. A paralaxe mais simples pode ser obtida esticando o braço e “fazendo pontaria” com um dos olhos, alinhando o polegar e o objeto que se quer medir a distância. A seguir, usa-se o outro olho e observa-se qual a distância que ficou o polegar do alinhamento. Esta distância é usada para fazer o cálculo da distância ao objeto mais distante. No caso da paralaxe usada para medir estrelas na galáxia, a distância entre os olhos não é suficiente, e nem mesmo a distância entre dois lados da Terra. Por isso, é usada a distância entre dois pontos opostos na órbita terrestre, o que dá quase 300 milhões de quilômetros de distância. Mais matéria escura A rotação de uma galáxia é determinada pelo balanço com a gravidade galáctica, de forma que a medição da rotação da galáxia é equivalente a medir a massa galáctica. Quando a massa da Via Láctea na órbita do sistema solar foi medida pela velocidade de rotação galáctica, o total deveria ser maior em não menos do que 20%. Como isso não aconteceu, os cientistas explicam que a quantidade total de matéria escura nesta área deve ser maior do que as projeções feitas até agora estimaram. As medidas anteriores haviam sido confirmadas em 1986 pela União Internacional Astronômica, IAU. Em outras palavras, essa é a primeira atualização desta medida em 26 anos. Os novos valores são R0=8,0 +/- 0,5kpc (quilo-parsec) ou 26.000 anos-luz +/ 1.600 anos-luz para a distância que nos separa do centro galáctico, e Θ0=240 +/- 14 km/s, para a velocidade linear. Apesar do valor da distância não ter sido alterado, o novo valor foi medido com precisão muito maior, e além disso foi confirmado que a velocidade é praticamente constante entre 10.000 e 50.000 anos-luz do centro galáctico.[Science Daily]

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

AS BATERIAS DA MESOPOTÂMIA !

Em 1938, enquanto trabalhava em Khujut Rabu, perto de Bagdá, no Iraque, o arqueólogo alemão, Wilhelm Konig desenterrou uma jarra de barro medindo 13 cm, contendo um cilindro de cobre o qual envolvia uma barra de ferro. Como o vaso apresentava sinais de corrosão, testes revelaram resquícios de elementos ácidos como vinagre ou vinho. Após essa primeira descoberta, vários artefatos semelhantes, datados de cerca de 200 A.C. foram desenterradas no Iraque. Apesar da maioria dos arqueólogos concordarem tratar-se de baterias, há muitas controvérsias de como elas tenham sido concebidas e para quais propósitos foram construídas. Para produzir corrente elétrica, são necessários dois metais com diferentes potenciais elétricos, imersos em uma solução eletrolítica para permitir a mobilidade de elétrons entre os metais. Foram construídas réplicas usando o mesmo esquema, isto é, jarros de barro, um cilindro de cobre envolvendo uma barra de ferro, imersos em vinagre, vinho ou suco de frutas cítricas. O resultado foi a produção de corrente elétrica de até 2 volts. Teoricamente, ligadas em série, essas baterias poderiam gerar correntes de voltagem mais alta. Toda essa situação é bastante incômoda diante das perguntas: - Como uma bateria pode ter sido construída, 1800 anos antes de sua invenção por Alexandre Volta, em 1779 ? - Como obtiveram esse conhecimento ? - Para que as fabricavam ? - Teriam conhecimento teórico dos princípios da eletricidade ou teriam fabricado as baterias devido a descoberta acidental, sem prévio conhecimento teórico ? Especula-se que tenham sido utilizadas com propósitos medicinais, como anestésicos, embora dispusessem de outros meios para o alívio da dor. Outra corrente defende o uso das baterias na cobertura de peças com finíssimas camadas de metais preciosos como prata e ouro. Isso explicaria o fato, também estranho, de se ter encontrado peças antigas, revestidas de prata ou ouro com indícios da aplicação dessa técnica. Existem até aqueles que defendem o uso de tais baterias como meio de produzir efeitos mágicos nos rituais religiosos para impressionar e mistificar os leigos, explicação essa por demais simplória. Qualquer que seja o caso, os artefatos existem e parece haver concordância entre os pesquisadores de que sejam realmente baterias. Assim sendo, teremos que procurar as respostas à luz dos fatos, por mais estranhos e incômodos que sejam.
Fonte:FlogBrasil

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

27 de Setembro de 1997

1997,um ano especial partindo de uma década especial na ufologia mundial.O seriado Arquivo X fazia o maior sucesso entre os apaixonados pela ufologia,visto isso que os anos 90 foi de grande atividade ufológica.Naquela época três grandes amigos de infância que já cultuavam o gosto e o prazer em estudar o Universo e os fenômenos estranhos que ocorriam,viram pelo jornal local uma nota de que ia ocorrer uma reunião ufológica na casa de cultura de Venâncio Aires.E esse dia chegou,foi no dia 27 de Setembro de 1997, que conhecemos o Rafael Amorim,Alan Azeredo e Lisandro Trarbach,e a partir desta data surgiu o Centro de Estudos Ufológicos de Venâncio Aires- CEUVA. Com o intuito de coletar e analisar a possibilidade de vida extraterrestre, o Ceuva agora com os novos integrantes,eu Dirceu Kipper,Carlos Rodriguês e Aldair Fischer,somamos com o Lider do Ceuva,Rafael Amorim,conhecimentos e vontade de conhecer mais o fenômeno e suas manifestações.No inicio,nos reuníamos em diversos lugares,pois não havia sede e até hoje não tem, e sempre foi bem proveitoso,ficávamos até de madrugada.Naquela época e eu estava meio enrolado com estudos e inicio de namoro ,e muitas vezes fiquei de fora de algumas atividades.A principal atividade do Ceuva é a vigília ufológica,onde é escolhido um local de boa visão da região e onde ocorrem avistamentos dos mesmos. A primeira vigília foi realizado no local onde se conhece por Monte Belo e fica em torno de 10 km do centro da cidade.Um belo lugar,onde se poder ter uma visão de 360º de toda a região, e infelizmente eu não pude ir por causa de uma gripe muito forte,mas meus amigos foram e foi uma noite de muitas coisas curiosas.Entre essas atividades e outras,nosso amigo Rafael partiu para novos horizontes e deixou o Ceuva para nós tocarmos em diante.Ficamos um breve tempo somente em realizar atividades entre nós do Ceuva,mas em 2005 resolvemos passar nossos conhecimentos a diante, e com isso realizamos a primeira vigília ufológica e astronômica aberta a comunidade.Chamada de¨ Noite com as Estrelas¨,foi disponibilizado para as pessoas interessadas telescópios e binóculos para a observação celeste. Os telescópios foram cedido por um grande colaborador do Ceuva, e a noite foi um sucesso,mais de cem pessoas estiveram no local,que foi realizado no aeroclube da cidade,quando foi debatido e esclarecidos dúvidas em torno da astronomia e ufologia.Foram realizadas outras vigílias aberto ao público e uma foi especial quando disponibilizamos os telescópios no centro da cidade e o publico aprovou muito a iniciativa. O Ceuva também realizou encontros de diálogos ufológicos,exposições e programas de rádio voltado ao assunto ovni e astronomia. Em 2009 o Ceuva ingressou no MGU-Movimento Gaúcho de Ufologia,com intuito de reunir grupos de ufologia pelo RS, e tornar uma ufologia mais séria e respeitada.Em Março deste ano o Ceuva realizou o V EDU-encontro de estudos ufológicos na Camâra de vereadores. E nesse dia 29 de Setembro,o Ceuva vai comemorar com os amigos da ufologia seus 15 anos de estrada,com uma vigília igual aos velhos tempos.Uma atividade muito boa,pois além da possibilidade de observar ufos,você tem interação com a natureza que é espetacular,a observação dos astros e o silencio do local que faz só escutar os sons da natureza.O Ceuva agradece todos de uma forma ou outra
que colaboraram em suas pesquisas nesses 15 anos de história e um agradecimento especial ao nosso amigo Rafael Amorim que fez tudo isso acontecer,muito obrigado!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Uma fantástica viagem pela superfície da Lua


A última visita que fizemos ao nosso satélite natural ocorreu há décadas.


Apesar das vastas informações que temos, a Lua continua despertando os mais variados sentimentos, que vão do romantismo ao mistério.
O Centro de Ciência e Exploração Lunar fez uma montagem usando imagens reais para compor um vídeo que dá sensação de que o internauta está voando sobre a superfície da Lua.
As imagens foram tiradas peloLunar Reconnaissance Orbiter da NASA. O vídeo fornece um passeio incomum com visões detalhadas de nosso satélite.
Jornal Ciência

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A Nebulosa Olho de Gato

A Nebulosa Olho de Gato (NGC 6543) é um dos melhores das nebulosas planetárias conhecidas no céu . Assombrando suas simetrias,são vistos na região central desta imagem tentadora , processada para revelar o halo enorme, mas extremamente fraco do material gasoso, cerca de 6 anos-luz de diâmetro, que envolve o mais brilhante, familiar nebulosa planetária . Feito com dados estreitos e de banda larga a imagem composta mostra a emissão notavelmente forte estendido de duas vezes por átomos de oxigênio ionizado em azul-verde e tons de hidrogênio ionizado e nitrogênio em vermelho. nebulosas planetárias têm sido muito apreciado como uma fase final na vida de um sol- como estrela. Mas recentemente planetárias foram encontradas muitas ter halos como este, provavelmente formado de material ignorou durante episódios anteriores ativos na evolução da estrela. Enquanto a fase de nebulosa planetária é pensado para durar cerca de 10 mil anos, os astrônomos estimam a idade das partes exteriores filamentares deste halo para ser 50.000 a 90.000 anos. NASA

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Fenômeno no céu do dia 31,a Lua Azul

O termo lua azul, se refere comumente à segunda Lua Cheia que ocorre num mesmo mês.[1] A freqüência de acontecimento, é de 1 vez a cada 2 anos ou 3 anos. As últimas luas azuis ocorreram em 31 de maio de 2007 e 31 de dezembro de 2009. A próxima lua azul deverá ocorrer em 31 de Agosto de 2012 e as seguintes em Julho de 2015, Janeiro e Março de 2018, Outubro de 2020, Agosto de 2023, Maio de 2026, Dezembro de 2028... O fato se dá devido ao ciclo lunar de 29.5 dias, o que torna perfeitamente possível que em um mesmo mês sua fase se apresente cheia por duas vezes. Fevereiro é o único mês que não pode ter a Lua Azul, mesmo em anos bissextos. Inclusive é possível um ano não ter Lua Cheia no mês de fevereiro, nesses anos, acontece uma Lua Cheia no final de janeiro e a outra no início de março, ou seja 2 Luas Azuis no mesmo ano, em janeiro e março. Isto ocorre em média a cada 35 anos. De acordo com alguns historiadores, o nome Lua Azul foi criado no século XVI, devido ao facto de que algumas pessoas, ao observar a Lua, a viam azulada. Outras, no entanto, a percebiam cinza. Muitas discussões ocorreram até se concluir que era impossível a Lua ser azul. Esse fato criou uma espécie de expressão linguística, e "Lua Azul" passou a ser sinônimo de algo impossível ou difícil. O termo ganhou força principalmente nos EUA e algumas frases como "só me caso com você se a lua estiver azul" foram rapidamente popularizadas. Foi com esse significado que o termo foi usado para designar duas luas cheias que ocorrem no mesmo mês, um evento raro. A primeira menção a Lua Azul surge num panfleto escrito na língua inglesa que dizia:"If they say the moon is blue, we must believe that it is true". Algo como "Se eles dizem que a lua é azul, nós devemos acreditar que isso é real". Historicamente, a lua azul era a terceira lua cheia que acontecia num quarto de ano em que houvesse quatro luas cheias. Normalmente, um quarto do ano tem 3 Luas Cheias. Sendo esses quartos de ano iniciados entre os dias 20 e 21 ou 21 e 22 de março (devido aos anos bissextos) coincidentes com a data do equinócio. Um erro de publicação numa época mais recente (1946) fez entender que a lua azul seria a segunda lua cheia que acontecesse num mesmo mês. Mesmo depois de descoberto o erro, como é mais fácil de se entender essa definição do que a outra, mais complicada, ficou popularizada a segunda teoria.Existem alguns registros raros onde a coloração do nosso satélite foi realmente alterada. Um desses registros remonta aos anos de 1883, quando uma violenta erupção no vulcão Krakatoa, na Ilha de Java, Indonésia, lançou ao espaço milhões de toneladas de gases e poeira, fazendo com que a Lua, quando observada próxima ao horizonte, fosse vista em tons azulados. De acordo com os relatos, isso durou aproximadamente dois anos e foi testemunhado em todo o planeta. Em 1951, um grande incêndio nas florestas canadenses produziu o mesmo efeito que o Krakatoa, mas só pôde ser observado na América do Norte. Fonte: Wikipédia

domingo, 19 de agosto de 2012

15 anos do Ceuva

Estamos preparando uma noite especial com nossos amigos ufólogos,para comemorar os 15 anos do Centro de Estudos Ufológicos de Venâncio Aires.Acima a primeira reportagem referente as atividades do Ceuva,publicada no Jornal Folha do Mate,aqui de Venâncio Aires em 30 se Setembro de 1997.Liderado pelo ufólogo Rafael Amorim,hoje conselheiro editorial da Revista Ufo,membro do MGU-Movimento Gaúcho de Ufologia  e coordenador do Neus-Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz do Sul.
 Em breve mais informações do evento, e sobre a formação do Ceuva.
Crédito imagem: Aldair Fischer-Ceuva

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

IV Fórum Mundial de Ufologia- I UFOZ




A série de eventos intitulada Fórum Mundial de Ufologia foi idealizada por A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO, e sua primeira edição ocorreu em Brasília, em 1997, com o apoio científico da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), constituída para este fim, e logístico e econômico da Legião da Boa Vontade (LBV). Seus resultados foram surpreendentes e alcançaram, através da ampla cobertura da mídia nacional e internacional, toda a sociedade brasileira e de muitos outros países. O evento teve uma semana de duração, de 7 a 14 de dezembro daquele ano.


Na ocasião, apresentaram-se em Brasília nada menos do que 70 conferencistas de 35 países e de todo o Brasil, constituindo-se no maior evento de Ufologia já realizado até então em todo o planeta e justificando, assim, o título Fórum Mundial. Até hoje não foi igualado. De lá para cá, duas edições menores do mesmo evento, mas com formatos diferentes, ocorreram em Curitiba e foram promovidas por uma entidade local que teve o título a ela cedido. 
A série agora volta à Revista UFO e sua quarta edição recebeu o apelido I UFOZ 2012. Paralelamente a ela ocorrerá o I Cumbre OVNI de Las Américas.

Proposta do Evento
A temática ufológica cresce a cada dia em todo o mundo, aumentando os ambientes e os níveis em que é tratada e atingindo públicos cada vez maiores em diversos países, sobretudo na América do Sul. Assim alcança, além dos organismos ufológicos já tradicionalmente conhecidos, instituições científicas, forças armadas, círculos culturais, estabelecimentos tecnológicos e vários outros locais e meios que antes eram alheios à questão, que hoje se sentem atraídos ou persuadidos pelas abundantes evidências da presença alienígena na Terra.

A proposta do IV Fórum Mundial de Ufologia — I UFOZ 2012 — é reunir estudiosos e pesquisadores civis e militares da Ufologia, com a participação de cientistas, celebridades, intelectuais e personalidades, do Brasil e do exterior, para apresentar fatos, discutir ideias, debater propostas e tornar mais visível a questão ufológica, com total participação popular. Isso tudo sendo feito tendo como premissas básicas dois temas significativos e centrais do evento. O primeiro, que estamos em verdadeira contagem regressiva para um contato definitivo com outras espécies cósmicas. E, o segundo, que é chegada a hora de todos os governos revelarem seus segredos sobre o assunto à 
sociedade.


DE 06 A 09 DE DEZEMBRO







quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A descida da Curiosity em Marte

Bela imagem da descida da sonda da Nasa Curiosity-Curiosidade, em Marte
Imagem capturada pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter que orbita Marte no dia 5 de agosto.
Nasa

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Governo australiano libera novo pacote de documentos ufológicos


O jornal The Sydney Morning Herald anunciou neste domingo (05) a liberação de um arquivo ufológico pelo governo australiano sobre estranhos encontros, testemunhados por centenas de pessoas. Documentos que acabaram de se tornar disponíveis sob a norma dos 30 anos no Arquivo Nacional da Austrália revelam avistamentos inexplicáveis​​, alguns dos quais são apoiados por depoimentos de testemunhas à polícia.

Em Queensland, o produtor de leite Robin Priebe telefonou para a polícia de Imbil às 05h30 no mês de julho de 1983 para relatar que viu um objeto estranho no céu ao norte da cidade. Os jornais afirmam que o Sargento Waterson, em seguida, foi para a sua varanda para e avistou "uma luz branca grande com várias luzes piscando ao redor dela", que não pareciam ser um avião normal. Uma observação semelhante foi feita por Constable R. Keys, de uma posição diferente. Ele também era da opinião de que não era uma aeronave convencional.

Outro depoimento, do Sr. Priebe, diz que ele e sua esposa viram um brilho vermelho gradualmente mudando para uma luz branca que, então, começou a se mover lentamente para o leste. Através de binóculos, "a luminosidade tinha forma de disco com uma luz muito brilhante em torno do perímetro, com duas luzes na frente e uma para o lado", descreveu ele.

As únicas fotografias nos "Arquivos X" foram de luzes incomuns sobre Bendigo, testemunhado por centenas de pessoas em maio de 1983. Um relatório interino da Força Aérea Real da Austrália [Royal Australian Air Force, RAAF] afirmou que Mike Evans, um DJ de 17 anos de idade, junto a rádio Bendigo, estação 3BO, recebeu telefonemas de ouvintes e, em seguida, viu as luzes e tirou fotos. O relatório disse que eles provavelmente foram causados ​​por faróis de trem, lasers, planetas ou estrelas. Houve ruídos climáticos incomuns relatados naquela noite.

''Se você e eu poderíamos pensar em UFOs como naves espaciais, a RAAF e outras agências foram, provavelmente, saber se havia uma ameaça à segurança", disse Zoe D'Arcy, diretor de acesso digital e online no Arquivo Nacional. "A maioria dos arquivos que você lê, imagina que poderia ser algo como um meteorito, mas há aqueles que pensamos - bem, o que poderia ter sido? Eu não condigo explicar isso com meu conhecimento", continuou. E completou: ''Então, o que foi que essas pessoas experimentaram? É uma pergunta em aberto que eu acho realmente interessante."



Busque acesso aos arquivos no Portal da Ufologia Brasileira, link: http://www.ufo.com.br/noticias/governo-australiano-libera-novo-pacote-de-documentos-ufologicos

terça-feira, 31 de julho de 2012

Cinco bandeiras dos EUA continuam inteiras na Lua após 40 anos


Missões Apollo fincaram seis bandeiras na superfície lunar.
Uma delas, a primeira, caiu durante a decolagem da Apollo 11.

Cinco das seis bandeiras americanas fincadas na superfície lunar pelas missões tripuladas Apollo há quatro décadas continuam de pé, segundo as últimas fotos feitas por uma sonda daNasa, a Agência Espacial dos Estados Unidos.
A partir das imagens da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) pode-se afirmar que "é certo que as bandeiras dos Estados Unidos ainda continuam de pé e projetam sombras", escreveu o pesquisador da Nasa Mark Robinson em seu blog, segundo publicou nesta segunda-feira (30) a publicação especializada Space.com.
A única que não está de pé - porque foi "derrubada" durante a decolagem -, é a do Apollo 11, que pousou sobre a superfície do satélite em 20 de julho de 1969 e deu ao americano Neil Armstrong a honra de ser o primeiro humano a pisar na Lua.
O mítico projeto Apollo (1968-1972) enviou várias missões tripuladas à Lua que colocaram um total de seis bandeiras americanas em sua superfRobinson admitiu estar "surpreso" de que as bandeiras tenham sobrevivido aos efeitos da luz ultravioleta e às temperaturas da superfície lunar.
Falta esclarecer agora o estado em que estão as bandeiras, segundo Robinson.
A LRO foi lançada em junho de 2009 e capturou pela primeira vez imagens em primeiro plano dos lugares de alunissagem em julho desse mesmo ano.
A sonda capturou as imagens mais nítidas já tomadas do espaço das marcas que deixaram as missões Apollo 12, 14 e 17 nos lugares em que posaram, assim como as pegadas dos astronautas que exploraram a superfície lunar.
G1

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Um buraco em Marte

O que criou este buraco em Marte?O buraco foi descoberto por acaso em imagens sobre as pistas empoeiradas de Marte.Descoberto pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter atualmente circulando Marte.O buraco pode ser uma abertura para uma caverna subterrânea, em parte iluminada do lado direito da imagem.Análise das imagens revelou uma a abertura de 35 metros de diâmetro e 20 metros de profundidade.A especulação é saber o motivo deste buraco em solo Marciano e são de particular interesse porque suas cavernas interiores estão relativamente protegidos contra a superfície dura de Marte,tornando-os relativamente bons candidatos para conter vida marciana.Estes buracos são, portanto,principais alvos de futuras explorações humanas.
NASA

segunda-feira, 16 de julho de 2012

General chileno da reserva também confirma a existência de UFOs

CEFAA e Direção Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) do Chile investigam casos de avistamentos no país
O general da reserva da Força Aérea Chilena (FACH) Ricardo Bermúdez, diretor do Comitê de Estudos de Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA), explicou no dia 10 de julho em declarações para Rádio Cooperativado Chile que efetivamente os UFOs existem, sua equipe os tem observado e estão pesquisando o fenômeno tal como indica sua missão, mas que estes objetos não incluem necessariamente "anões verdes extraterrestres" em seu interior.

"Um caso concreto ocorreu em Punta Arenas no ano passado, onde o radar captou um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) e o controlador aéreo informou um avião de que tinha o objeto à sua frente a quatro milhas, e o piloto deste o viu", declarou Bermúdez. Nessa oportunidade, o general explicou que após a captação no radar, o controlador de tráfego aéreo mandou uma advertência à nave e o piloto também o viu, como também o pessoal de terra, em Porvenir, e mais outro controlador.

"Este é um dos casos mais concretos que nós temos e é objetivo, porque se estima que o piloto pode se confundir com as nuvens e o pessoal em terra pode alucinar em um momento determinado, mas aqui estão as testemunhas, mais o instrumento", defendeu Bermúdez. "O fenômeno aéreo anômalo caracterizado como Objeto Voador Não Identificado existe, está presente aqui e em todo mundo, mas deve ser entendido na etimologia científica, porque se diz 'objeto voador não identificado' e logo (se pensa em) disco voador e anões verdes extraterrestres, o que não é correto".

No caso do objeto de Porvenir, no ano passado, ficou catalogado no CEFAA como não identificado, mas o caso documentado às 23h30 de 09 de julho em Iquique, norte do Chile, Bermúdez acha que é um típico caso de meteoritos. Explicou que não foi um avião da FACH e ainda não estão seguros sobre um meteorito, mas que possui todos os antecedentes de ser, "o que tem que ser comprovado", concluiu.


Acesse o áudio do Caso Punta Arenas e também da entrevista para Rádio Comunitária no Portal da Ufologia Brasileira, link: http://www.ufo.com.br/noticias/general-chileno-da-reserva-tambem-confirma-a-existencia-de-ufos

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Imagem fascinante

Magnífica Galáxia espiral  NGC4565,que é visto de lado aqui da Terra.Também conhecida como a Galáxia Agulha, é a parada preferida dos telescópios no céu do norte e fica na constelação de Coma Berenice, fica cerca de 40 milhões de anos luz da Terra.
Nasa

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Astrônomos amadores ajudam a mapear 42 milhões de estrelas


Apaixonados pelo espaço produzem um catálogo detalhado sobre estes astros

A Associação Americana de Observadores de Estrelas Variáveis (AAVSO, na sigla em inglês), coleta dados sobre estrelas desde 2009, com a ajuda de astrônomos amadores e profissionais. Todas essas informações deverão ser reunidas em um catálogo, que será finalizado em 2014. O que impressiona, no entanto, é que em 3 anos, graças a grande mobilização da comunidade, já foram analisadas e catalogadas mais de 42 milhões de estrelas, 95% dos céus do sul e do norte.
O catálogo é sobre uma classe específica de estrelas – as variáveis, que mudam de brilho durante suas vidas. Informações como massa, temperatura e estrutura interna, obtidas com o estudo dos astrônomos, irão ajudar a entender melhor a vida destes astros.
Como a mudança de brilho que essas estrelas sofrem é muito lenta, elas precisam ser continuamente analisadas através dos dois telescópios usados no projeto, no Chile e no Novo México. Ambos fazem, aproximadamente, 8 milhões de detecções de estrelas por ano.
A quantidade de informação obtida com isso é gigante, como você pode imaginar, e é aí que os astrônomos amadores entram, monitorando continuamente alguns grupos de estrela, dividindo o trabalho.
Por que todo este esforço é importante? Pesquisas já realizadas nesse campo conseguiram, por exemplo, fornecer mais dados sobre a misteriosa energia escura, que faz com que o universo continue acelerando ao se expandir. 
Revista Galileu

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Cientistas alegam terem descoberto máquina do tempo


Cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, dizem terem descoberto uma maneira de viajar através do tempo – segundo eles, da mesma forma que a física quântica permite o teletransporte, através do espaço, ela também permitiria uma espécie de teletransporte temporal, uma viagem no tempo.
Mas acalme-se e não compre um DeLorean, nada é tão simples assim. A descoberta mostra que algumas partículas quânticas conseguem se transportar para o futuro sem ter que estarem presentes no tempo entre o presente e esse futuro.
Antes disso, descobrimos que o teletransporte de partículas quânticas é possível. Cientistas provaram isso mostrando que, quando mudamos o estado de uma certa partícula quântica ligada a outra, a outra também muda seu estado instantaneamente – não importa a distância entre elas.
Essa propriedade também funcionaria na questão temporal, segundo os cientistas de Queensland. Mudando as propriedades de uma partícula no presente, alteraria instantaneamente suas propriedades no futuro, mesmo que a partícula não exista no tempo entre o presente e o futuro
Hypescience.com

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vídeo fascinante do transito de Vênus



È um vídeo composto de várias imagens captadas pelos telescópios com uma trilha sonora.
NASA

domingo, 20 de maio de 2012

Perigo: NASA declara que existem 4.700 asteroides potencialmente perigosos para a Terra


Cerca de 4.700 asteroides do sistema solar poderiam ser perigosos para a vida na Terra, de acordo com astrônomos da NASA.
A pesquisa contou com o Wide-fiel Infrared Survey Explorer (Wise) para descobrir que o número de asteroides potencialmente perigosos em nossa vizinhança é muito maior do que imaginávamos.
Asteroides potencialmente perigosos (também chamados de PHAs pela NASA) estão próximos da Terra em cerca de 8 milhões de quilômetros de distância, sendo grandes o suficiente para atravessar a atmosfera do nosso planeta sem serem deteriorados.
Eles causariam danos a nível regional ou talvez em maior escala”, declarou um porta-voz da Agência Especial Norte Americana.
A sonda Wise Spacecraft utilizou luz infravermelha para digitalizar o céu duas vezes em 2011, catalogando centenas de milhares de objetos. Dos 4.700 asteroides encontrados, cerca de 1.500 possuem diâmetros maiores que 100 metros. Até agora, os astrônomos ao redor do mundo descobriram cerca de 20% dos asteroides estimados que podem afetar o planeta.
  Segundo o estudo existem duas vezes mais asteroides do que se pensava em um local chamado de “inclinação”, região de baixa órbita, que estariam mais alinhados com o plano orbital da Terra. Isso os torna mais propensos a atingirem o planeta, mas também os tornam mais fáceis de serem acessados ou visitados por sondas em missões tripuladas.
Os resultados demonstram também que muitos destes asteroides tendem a ser brilhantes. Isso revela algo sobre sua composição, pois eles possuem granito ou metais. Esta informação é importante para avaliar a rapidez com que um asteroide pode queimar ao entrar na atmosfera da Terra se algum deles nos atingisse.
Nós temos muito mais para encontrar e vai levar um certo tempo e esforços concentrados para descobertas nas próximas décadas para descobrir alguns que poderiam causar sérios danos ao nosso planeta, o que nos levará a missões possíveis no futuro”, declarou Lindley Johnson, executivo do programa da NASA.
A próxima missão tripulada da NASA será para um asteroide. O presidente Barack Obama ordenou que a agência envie astronautas para algum pedaço de rocha flutuante até 2025.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Alienígenas podem estar ignorando a Terra exatamente para evitar os humanos

Nossa espécie causaria desconfiança e atitudes de precaução

Recentes relatórios de avistamentos ufológicos na Rússia levaram alguns cientistas a oferecer as suas teorias sobre o porquê de espécies exóticas "persistentemente evitarem o nosso planeta". O astrônomo Sergei Smirnov, da prestigiada Academia Russa de Ciências, do Observatório de Pulkovo, diz que "os extraterrestres não estão fazendo contato porque eles veem os humanos como sendo muito perigosos".

"Alienígenas desconfiados", continuou ele, "notariam como os humanos tratam sua própria terra natal como lobos, destruindo-a sistematicamente".

"Aliens nos veem como idiotas subdesenvolvidos", acredita o cientista. "Talvez eles tenham nos isolado com algum tipo de tela do resto da galáxia. Talvez eles tenham enviado avisos para centenas de milhões de estrelas, alegando que a civilização que está situada nas proximidades de uma estrela anã que chamamos de Sol , é muito perigosa".

Segundo Smirnov, espécies exóticas temem que seu conhecimento pode ser mal utilizado por seres humanos e por isso optam por ficar longe da Terra.


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Imagens que falam por tudo


 
Nos dias 9,10 e 11 de abril apareceram luzes muito misteriosas na cidade Russa de São Petersburgo.As imagens são muito intrigantes e realmente mostra que algo realmente está acontecendo

quarta-feira, 18 de abril de 2012

As luas de Saturno


Quantas luas Saturno têm? até agora foram 62 luas descobertas e a menor têm apenas uma fração de um quilômetro de diâmetro.Seis de seus maiores satélites podem ser vistas na foto a cima que foi tirada no dia 9 de Março.
Fonte: Nasa

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Quantas “Terras” existem na nossa galáxia?

Todo ano os astrônomos descobrem novos exoplanetas. Até aí, como dizem, “morreu o Neves”, já que estardalhaço mesmo acontece quando os astrônomos usam seus poderosos telescópios para a imensidão do espaço e acabam descobrindo planetas parecidos com a Terra, como foi o caso de Gliese 581 c, um planeta muito parecido com a Terra, mas infelizmente, localizado há 20,5 anos luz da Terra, ou em medidas (não necessariamente) mais compreensíveis, 180 trilhões de quilômetros daqui.
Gliese 581c tem este nome estranho porque ele herdou o nome de seu sol, uma bola de fogo estupenda, chamada Gliese 581 (o que me leva a pensar se existiria no espaço alguma estrela Gliese 22, ou Gliese 334, ou mesmo uma estrela Gliese 1).
Mas o que importa aqui não é a estrela, mas sim o planetinha C.
Quer dizer, planetinha é o caramba. Gliese 581c possui um diâmetro cinquenta por cento maior que o da Terra (estimativa baseada na sua massa), o que em termos de planeta é uma coisinha nanica, mas perto da Terra ele é quase cinco vezes mais maciço, fazendo com que a gravidade à superfície seja 2,15 vezes mais forte que a terrestre.
Mas isso é um calculo aproximado, pois sabemos que se a superfície do planeta C contiver grande quantidade de gelo ou água, a gravidade será 1,3 vez maior que a da Terra. Assim, se você pesasse 50 quilos na Terra, pesaria 65 em Gliese 581c. Não se sabe ao certo as questões de translação ou rotação do Gliese581c, mas estima-se que o planeta pode estar sempre com a mesma face virada para a seu sol. Se for assim mesmo, isso poderia fazer com que o Gliese 581c apresente diferenças de temperatura bastante consideráveis entre a face sempre iluminada e a face em noite eterna. Teoricamente ele teria um lado desértico e outro congelado, sendo que na interseção dos dois lados, poderia haver regiões intermediárias, capazes de abrir formas de vida menos extremas. Outra coisa que também pode acontecer por lá é sua atmosfera ajudar a distribuir o calor, funcionando como um elemento de negociação entre os dois lados do planeta, o que aumentaria suas chances de habitabilidade. Segundo o astrofísico francês Xavier Bonfils do Observatório Astronômico de Lisboa, a temperatura pode variar entre zero e 40 graus Celsius, ou seja, pode ter água em estado líquido à superfície.

A descoberta de planetas parecidos com a Terra nos leva a teorizar quantos planetas poderiam de fato ser “irmãos” do nosso por aí. Planetas sabemos que existem aos borbotões, mas não raro são bolotas gigantes de gás venenoso, pedras quentes ou congeladas vagando no meio da escuridão. O que interessa pra nós não são os extremos, mas a faixa de habitabilidade,m que ocorre em distâncias que não estão perto o suficiente da estrela para virar uma geleia derretida e esturricada e nem longe o bastante para virar um picolé espacial.

Estabelecer estimativas com bases na variabilidade espacial é algo muito difícil, até porque os números raramente são absolutos quando falamos de espaço. A cada dia novas estrelas surgem, explosões cataclísmicas ocorrem e planetas colidem em algum lugar do cosmos. Então, o que os cientistas fazem é tentar reduzir o enquadre de suas estatísticas para áreas baseadas no conhecimento ainda limitado que a Ciência nos deu, e tentar, com ele, fazer projeções. A primeira coisa que os cientistas fizeram não foi estimar os planetas iguais a Terra no universo, mas sim na nossa galáxia. Isso reduziu bem os números, ao ponto de serem “trabalháveis”. Mas ainda assim, é uma coisa incomensurável.

A coisa começa com a pergunta: Quantas estrelas existem na Vila Láctea? Difícil de dizer só imaginando o céu, né? Então, pense novamente, agora olhando para a via Láctea:
62788800px Milky Way IR Spitzer Quantas Terras existem na nossa galáxia?

Ficou ruim? Por sorte, computadores e telescópios de varredura sabem que estrelas são elementos luminosos e assim, é possível tentar rastrear e estimar seu número a partir de observação. As estimativas apontam para a existência de nada menos que algo entre 200 e 400 bilhões de sóis, somente na Via Láctea. Certamente, cada um desses 400 bilhões, tem muitos planetas orbitando-o. Chegar num valor para planetas que sejam parecidos com a Terra é ainda mais difícil.

Segundo esta matéria da Wired, o número estimado de “outras Terras” estaria em 10 bilhões de planetas, como o nosso. Os cientistas estimam que 40% das estrelas anãs vermelhas podem ter planetas do tamanho da Terra orbitando-as em uma faixa que daria condições adequadas para a vida.

Felizmente, as anãs vermelhas – que são estrelas menores e mais frias do que o nosso sol – são extremamente comuns, e compõem 80% das estrelas na nossa galáxia. Sua onipresença sugere que há dezenas de bilhões de possíveis locais para procurar vida fora da Terra, com pelo menos 100 tais planetas localizados nas proximidades (escalas espaciais).

Esta espetacular estimativa vem de uma equipe de astrônomos usando o Observatório Europeu do Sul HARPS. O telescópio é usado para caçar planetas e esteve apontado para uma região fixa do espaço recolhendo amostras de 102 anãs vermelhas próximas ao longo de um período de seis anos. O telescópio descobre os planetas analisando o comportamento oscilante da estrela ao longo do tempo.

A busca encontrou nove planetas contendo entre 1 e 10 massas terrestres, e incluiu dois localizados numa zona habitável, possivelmente dando-lhes a temperatura certa para ter água em estado líquido. Uma vez que as anãs vermelhas não produzem tanto calor como o nosso sol, as suas zonas habitáveis podem ocorrer muito mais perto das estrelas.

Já os planetas maiores, do tamanho de Júpiter, foram encontrados em torno de menos de 12% orbitando as anãs vermelhas, sugerindo que eles são mais raros do que bolas rochosas, pelo menos ao redor das anãs vermelhas.

Até recentemente, os astrônomos podiam apenas adivinhar o número de estrelas com planetas ao seu redor. Mas atualmente, com os mais de 700 exoplanetas já confirmados, os pesquisadores finalmente tem os dados suficientes para começar estimar com mais precisão os valores reais.

A equipe já havia estimado anteriormente que um quarto das estrelas semelhantes ao nosso sol tem ao menos um planeta do tamanho da Terra em torno deles, enquanto outro grupo de cientistas acredita que exista ao menos um planeta parecido com a Terra para cada um dos sóis similares ao nosso somente na nossa galáxia.

Os astrônomos esperam um dia construir um telescópio capaz de captar diretamente a luz proveniente de um planeta extrasolar e ver se eles contêm produtos químicos reveladores de vida, tais como oxigênio ou metano.

fontehttp://www.mundogump.com.br/quantas-terras-existem-na-nossa-galaxia/